Em seu texto você apresenta a NBR 15250. Enfoca a questão do acesso usando áudio, que exige o fone de ouvido, explicitando que esta solução não necessariamente atende ao Design Universal. Embora não atenda plenamente o Design Universal, parece uma solução razoável, considerando, por exemplo, saúde pública. Já pensou todo mundo usando o mesmo fone de ouvido? O.o Que outras estratégias precisariam acompanhar a oferta de um fone de ouvido? Você teria uma proposta melhor? Enfim... Isto chama atenção para o fato de não podermos pensar no Design Universal de forma isolada. A norma em consideração traz uma série de contribuições à acessibilidade. Apesar de nem todas serem ideais quando falamos em Design Universal, procuram contemplar outros aspectos, como a existência de opções padronizadas e/ou recursos de tecnologia assistiva.
Em seu texto você apresenta a NBR 15250. Enfoca a questão do acesso usando áudio, que exige o fone de ouvido, explicitando que esta solução não necessariamente atende ao Design Universal.
ResponderExcluirEmbora não atenda plenamente o Design Universal, parece uma solução razoável, considerando, por exemplo, saúde pública. Já pensou todo mundo usando o mesmo fone de ouvido? O.o Que outras estratégias precisariam acompanhar a oferta de um fone de ouvido? Você teria uma proposta melhor?
Enfim... Isto chama atenção para o fato de não podermos pensar no Design Universal de forma isolada.
A norma em consideração traz uma série de contribuições à acessibilidade. Apesar de nem todas serem ideais quando falamos em Design Universal, procuram contemplar outros aspectos, como a existência de opções padronizadas e/ou recursos de tecnologia assistiva.